Saiba quais são os valores que tornaram a Kaspersky uma parceira de segurança conceituada e confiável para empresas ao redor do mundo há mais de 25 anos.
Além de ser o antivírus mais leve a rodar em qualquer máquina, o Kaspersky Small Office Security foi projetado para pequenas empresas, com poucos computadores, alguns servidores e dispositivos móveis.
Com funcionamento imediato, gerenciado em um console com base na nuvem, ele não requer habilidades de TI para usar as avançadas ferramentas de segurança ou monitorar a segurança nos dispositivos conectados que você escolher.
O Antivírus ideal para tornar seu trabalho em Home Office mais seguro.
Nós o protegemos contra ataques on-line, ransomware e perda de dados. E você cuida dos negócios.
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Um novo chamado Rorschachfoi descoberto com recursos avançados e alta velocidade.
O malware pode bloquear sistemas inteiros em pouco mais de quatro minutos, mais rápido do que outros malwares conhecidos no mercado.
A Check Point Research alerta sobre uma ameaça altamente sofisticada e capaz que não compartilha códigos com outros ransomwares disponíveis.
O Rorschachpode escapar dos sistemas de segurança para se implantar e utilizar recursos para maximizar os danos. O ransomwaretambém possui diferentes módulos de operação e pode alterar o comportamento de acordo com a necessidade do operador, tornando-o parcialmente autônomo.
Ele também limpa os logs de eventos das máquinas afetadas para ocultar sua presença. O ataque parece ter sido realizado por um grupo desconhecido, sem links ou afiliações mencionadas.
O nome Rorschachvem da ideia de que cada ataque e demanda de pagamento pode ser diferente, semelhante aos famosos testes de manchas de tinta em que o espectador vê imagens diferentes.
O ransomware é considerado totalmente sem precedentes e perigoso devido à sua ação furtiva e de alta velocidade.
Nossas soluções de backup e segurança, aliado com o monitoramento 24hs, faz com que o risco de perca de dados seja baixíssimo.
Além de termos 64 backups de 30 em 30 minutos que são recuperados em no máximo 10 minutos.
Compartilhamento gerenciável
Pastas e Arquivos gerenciável por usuário. Ex: Adm, Financeiro, RH e todos os setores que venham a existir. Mas com controle de permissões para enxergar ou não as pastas na rede.
A gente nunca cansa de dizer por aqui quais as senhas mais utilizadas no mundo, e, especialmente no Brasil, ao fim de cada temporada.
Isso porque, entra ano e sai ano, os resultados sempre têm sido os mesmos, e isso não é uma boa notícia: mostra que os usuários continuam repetindo o erro de selecionar as combinações mais óbvias e fáceis para os cibercriminosos explorarem nos mais variados golpes e ataques.
Nesta semana, a empresa de gerenciador de senhas NordPass publicou seu relatório com as combinações mais escolhidas pelas pessoas em todo o mundo, selecionou alguns destaques dessa varredura, incluindo Brasil, Chile, Colômbia, Espanha e México.
A lista conta com as 200 senhas mais comuns, e é resultado de uma análise em um banco de dados de 3 TB, contendo credenciais expostas em incidentes de segurança. O ranking foi feito em colaboração com investigadores independentes e especializados na apuração de cibercrimes e vazamentos.
A lista é ordenada de acordo com o número de vezes que a mesma senha foi usada, incluindo a quantidade em que ela esteve presente no banco de dados e o tempo que levaria para ser descriptografada por meio de um ataque de força bruta — aqueles em que o agente malicioso fica tentando invadir por meio de tentativa e erro.
Ao contrário do que vinha acontecendo nas temporadas anteriores, “password” (“senha” em inglês) foi a combinação mais encontrada em todo o mundo, enquanto “123456” ficou na segunda posição em 2022.
Desta vez, o “123456” foi superado por “password” entre as senhas mais usadas em todo o mundo (Imagem: Reprodução/NordPass)
Abaixo estão as senhas mais utilizadas nos países destacados pela pesquisa. Note que, em todos eles, incluindo o Brasil, o primeiro lugar vai para “123456”. E mais: por aqui, a segunda combinação de letras mais utilizada foi para formar o óbvio “Brasil”.
Brasil anda com pouca criatividade na hora de criar senhas, dando mole para os bandidos (Imagem: Reprodução/NordPass)
Outros tipos de senhas mais usadas
O ranking da NordPass também classificou as senhas mais populares em categorias, como esportes, nomes de artistas, grupos musicais, refeições, videogames, filmes, carros, entre outros. “O que isso mostra é um padrão que as pessoas geralmente seguem ao escolher uma senha para torná-las fáceis de lembrar. No entanto, isso também as torna fáceis de prever. Especialmente em ataques automatizados de força bruta, em que os cibercriminosos usam software para testar várias combinações de endereços de e-mail e senhas em segundos”, destaca Camilo Gutiérrez Amaya, Chefe do Laboratório de Pesquisa da ESET.
Abaixo estão as senhas mais utilizadas com nomes de artistas em todo o mundo.
Senhas mais escolhidas com nomes de artistas também mostram popularidade deles (Imagem: Reprodução/NordPass)
A principais senhas que usam o nome de um time ou clube em todo o mundo.
Embora sejam as senhas com nomes de times sejam mais localizadas, os bandidos podem tentar força bruta observando onde o alvo mora (Imagem: Reprodução/NordPass)
E as principais senhas que usam nomes de filmes em todo o mundo.
Os filmes também são grande “inspiração” para as senhas mais óbvias (Imagem: Reprodução/NordPass)
Os resultados mostram que ainda é essencial conscientizar as pessoas sobre a importância de criar senhas longas, difíceis de prever e exclusivas para cada conta ou serviço online.
Além disso, as pessoas devem saber que tudo isso pode ser alcançado usando um gerenciador de senhas no computador ou telefone, já que esses serviços contemplam todas essas necessidades.
Finalmente, lembramos a todos da importância de habilitar a autenticação de dois fatores em todos os serviços que eles usam para que a segurança de suas contas não dependa apenas da senha.
Se a sua timeline no Instagram ou Facebook foi invadida por ilustrações lindas dos seus amigos, provavelmente você já sabe que se trata do Lensa– um app que usa inteligência artificial para criar avatares a partir de fotos do usuário.
Esse novo recurso, Magic Avatars, viralizou no fim de semana. Passada a febre, agora vem a mão na consciência: será que é seguro oferecer 20 fotos pessoais e vários outros dados para essa ?
O Lensaé cria da Prisma Labs, que em 2016 viralizou outro aplicativo similar, o Prisma, que transformava selfies em arte.
A política do Lensaé explícita ao dizer que as fotos do usuário só saem do celular para serem processadas pela inteligência artificial da companhia, na nuvem, e são apagadas em até 24 horas. Nenhum outro tipo de uso é previsto.
Porém, a mesma política de privacidade registra que você “concede uma licença perpétua, irrevogável, não exclusiva, isenta de royalties, mundial, totalmente paga, transferível, sublicenciável para usar, reproduzir, modificar, adaptar, traduzir, criar trabalhos derivados e transferir seu Conteúdo de Usuário, sem qualquer compensação adicional para você e sempre sujeito ao seu consentimento explícito adicional para tal uso quando exigido pela lei aplicável e conforme indicado em nossa Política de Privacidade.”
Ou seja, você está cedendo todas as suas ilustrações (que são bastante realistas) para que a empresa use do jeito que quiser.
Ela menciona não apenas a possibilidade de venda ou mas até mesmo a de vazamento, se a empresa não possuir uma infraestrutura de segurança da informação adequada. Ainda que os dados não sejam maliciosamente vazados ou comercializados, eles podem ser roubados por meio da exploração de falhas de segurança.
Os invasores que distribuem o ransomwareRoyal usam técnicas sorrateiras para induzir os incautos a baixar o malware criptografador de arquivos.
Uma nova operação de ransomwareestá usando técnicas incomuns para invadir redes e criptografá-las com malware de bloqueio de arquivos, a fim de exigir resgate das vítimas.
O ransomwareRoyal apareceu pela primeira vez em setembro deste ano e está sendo distribuído por vários grupos de ameaças, mas um está mostrando o que o Microsoft Security Threat Intelligence descreve como “um padrão de inovação contínua” para distribuir e ocultar cargas úteis, geralmente até que seja tarde demais e a vítima tenha tiveram sua rede criptografada.
Os ataques, executados de várias maneiras, são atribuídos a um grupo que a Microsoft rastreia como DEV–0569 – um nome temporário, pois a origem e a identidade do grupo por trás da atividade ainda são incertas.
Companhias elétricas vêm sendo alvo constantes de ransomwares e outros exploits.
A Microsoft alertou que hackers mal-intencionados estão explorando um servidor web descontinuado encontrado em dispositivos comuns de Internet das Coisas (IoT) para atingir organizações do setor de energia.
Em uma análise publicada nesta terça-feira (22), pesquisadores da Microsoft disseram ter descoberto componente vulnerável de código aberto no servidor da web Boa, que ainda é amplamente usado em variedade de roteadores e câmeras de segurança, bem como em populares kits de desenvolvimento de software (SDKs).
Apesar da aposentadoria do software em 2005. A gigante da tecnologia identificou o componente enquanto investigava suspeita de invasão da rede elétrica indiana detalhada pela Recorded Future em abril, onde invasores patrocinados pelo estado chinês usaram dispositivos IoT para obter posição em redes de tecnologia operacional (OT), usada para monitorar e controlar sistemas industriais físicos.
A Microsoft disse que identificou um milhão de componentes de servidor Boa expostos à Internet globalmente no período de uma semana, alertando que o componente vulnerável representa “risco na cadeia de suprimentos que pode afetar milhões de organizações e dispositivos”.
A empresa acrescentou que continua vendo invasores tentando explorar as falhas do Boa, que incluem bug de divulgação de informações de alta gravidade (CVE-2021-33558) e outra falha arbitrária de acesso a arquivos (CVE-2017-9833).
“As [vulnerabilidades] conhecidas que afetam esses componentes podem permitir que um invasor colete informações sobre ativos de rede antes de iniciar ataques e obtenha acesso a rede não detectada obtendo credenciais válidas”, disse a Microsoft, acrescentando que isso pode permitir que os invasores tenham “impacto muito maior” uma vez que o ataque é iniciado.
A Microsoft disse que o ataque mais recente observado foi o comprometimento da Tata Power em outubro. Essa violação resultou na publicação de dados do grupo de ransomware Hive roubados da gigante energética indiana, que incluíam informações confidenciais de funcionários, desenhos de engenharia, registros financeiros e bancários, registros de clientes e algumas chaves privadas.
“A Microsoft continua a ver invasores tentando explorar as vulnerabilidades do Boa além do prazo do relatório divulgado, indicando que ainda é alvo de um vetor de ataque”, disse a Microsoft.
A empresa alertou que mitigar essas falhas do Boa é difícil devido à popularidade contínua do agora extinto servidor da Web e à natureza complexa de como ele é integrado à cadeia de suprimentos de dispositivos IoT.
A Microsoft recomenda que organizações e operadoras de rede corrijam dispositivos vulneráveis sempre que possível, identifiquem dispositivos com componentes vulneráveis e configurem regras de detecção para identificar atividades maliciosas.
O aviso da Microsoft novamente destaca o risco da cadeia de suprimentos representado por falhas em componentes de rede amplamente usados.
Estima-se que o Log4Shell, vulnerabilidade de dia zero identificada no ano passado no Log4j, a biblioteca de registro Apache de código aberto, tenha afetado potencialmente mais de três bilhões de dispositivos.
A Black Friday 2022 acontece nesta sexta-feira (25), prometendo muitos descontos, mas as pessoas interessadas em aproveitar as promoções precisam ficar atentas para não cair em golpes, principalmente ao realizar compras online. Uma boa opção para reduzir os riscos de fraudes é conferir a lista de sites não confiáveis do Procon-SP.
Frequentemente atualizada pelo órgão de defesa do consumidor, a listagem inclui as lojas online que devem ser evitadas, tanto no aguardado evento de compras quanto em qualquer outra ocasião. A relação é criada com base nas reclamações de clientes registradas pela Fundação.
Em geral, todos os e-commerces que fazem parte da plataforma “Evite esses Sites” do Procon-SP acabaram indo parar lá por não terem respondido aos contatos feitos pela entidade, após receberem a notificação. A inclusão também acontece quando tais empresas não são encontradas nos endereços informados.
Na edição 2021 da Black Friday, o programa de defesa do consumidor registrou mais de 700 reclamações, relacionadas a diversos motivos. Cancelamento de pedido, atraso ou não entrega do produto, maquiagem de desconto, mudança de preço e indisponibilidade do produto ou serviço foram as principais queixas.
Lojas online não confiáveis
A lista de sites de compra não confiáveis do Procon-SP é composta por 41 lojas, atualmente. Saiba quais são elas:
Acessivelmodasbras.com.br
agachecomercial.net
Cintosbyhi.com.br
cofelen.com.br
compufree.com.br
coquelux.com.br
corpetesbrasil.com.br
Descontosbrasileiro.com
dimportbrasil.com.br
farejandoofertas.com.br
fazeventossp.com.br
feetoutlet.com
frozenshop.com.br
Gelniche.com.br
jumbomagazine.com.br
lalunacosmetics.com.br
Lbashop.com.br
livrariadoespirita.com.br
logusapostilas.com
lojafrozen.com.br
lojaskd.com.br
Lovelybox.com.br
luadishop.com.br
luxdecoracoes.com.br
mobyeletro.com
offthewall.com.br
Outletdasfraldas.com.br
outlettripp.com
peixeurbano.com.br
pneusdrive.com.br
premiumcode.com.br
primevarejista.com.br
resetway.com
Rosafashion.com.br
Santolarmoveis.com.br
Sigaofertas.com.br
tenisrun.com.br
usesofia.com.br
vl2b.com.br
voltzz.com.br
vortexair.com.br
É possível conferir mais informações a respeito de cada uma dessas lojas na página Evite esses Sites. A plataforma traz dados como o endereço online do e-commerce, nome da empresa ou responsável, CPF/CNPJ, a data de inclusão no cadastro e indica o status do site (se está no ar ou não).